Procurando eliminar uns 'docs" aqui do HD, vou publicar os "rascunhos" de alguns contos q saíram no meu livro "Prazeres Proibidos, Pertubadores e Pervertidos", é certo q não haverá as gravuras do original, o q pode dificultar a compreensão da situação em um todo, mas há uma vantagem, pois provavelmente partes removidas do original, estarão aqui, podendo dar um ar diferenciado ou confuso, a intenção na verdade é aumentar o "SEO" por aqui, está idêntico ao q está no documento original, sendo assim, por isso o "o conto a seguir" estando no final", mas eu o reli e está perfeitamente "intendível" ,então vamos lá! Boa e doente leitura...
Simony...Simony que se pronunciava o “y” com um “i” agudo,
além do seu nome, seus trajes sempre me chamavam atenção, parecia uma stripper,
usando roupas de couro e um rebolado inconfundível pelas ruas, sempre
acompanhada de sacolas de marcas caras, chegava em casa, não abria nenhuma,
apenas jogava no sofá, se sentia poderosa, o perfume invadia todas as janelas,
todas as sacadas, apenas homens mesmo a achavam gostosa, outros a achavam
gorda, não sabiam a boceta que perdiam, não sabiam como havia lava entre
aquelas pernas grossas, mas conseqüentemente perdiam situações como o estouro
dos seus cartões, ataques de fúria e muita imaturidade, as veze4s chegava a me
perguntar se valia a pena tanto desejo por uma xoxota por tais comportamentos,
as vezes me perguntava se valia um rabo idolatrado por tanto estresse rumo a
conquista, acho que as vezes mais vale a vingança...
Simony andava próximo a minha rua, eu tinha ciência de que
possuía amigos “doentes” e se possuía amigos “doentes”, provavelmente eu era
um, ora ou outra o espiral de pensamentos perversos ou quem sabe justos como as
roupas de Simony invadiam minha cabeça e daquele dia não passaria, o meu saldo
bancário estava pedindo socorro e só isso poderia comprar o “amor” de Simony,
talvez não o amor, mas a xoxota! E aquela noite ela seria minha, por uma mágica
em meu saldo bancário ou por sentimentos frios e vazios como o atual estado da
minha conta.
Simony anestesiava os homens com seu perfume caro, paus
endureciam, garotos a levariam para o banho em pensamento há algumas horas
depois, velhos iriam a algum puteiro imaginando foder Simony, gays a confundiam
com mulheres gordas, mulheres se enfureciam de ciúme, mulheres se inundavam de
tesão, minha cueca era camisa de força para meu pau, mas em breve estaria
livre, sendo são ou insano nesse mundo.
Como num passe de mágica ou um truque de “password” dentro
de um mundo virtual, eu consegui ter Simony em minhas mãos, mas não era um
jogo, era real, não precisei usar fichas, créditos, apenas audácia e
insanidade, a joguei no porta-malas e meu amigos iguais a mim, “doentes” nesse
mundo, deram partida rumo a outra vida, era uma cisão, antes de Simony e depois
de Simony, será q seria crucificado?! Há ressurreição?
O carro preto como meu coração atropelava o vento e logo
estávamos em nosso recinto, talvez um mundo paralelo, um mundo onde detetive
nenhum poderia nos encontrar, um mundo onde nós mesmos construímos, parecia ser
uma cidade cinematográfica, mas era algo real, distante de novela e responsável
pela minha conta estar zerada há alguns anos, ali talvez poderia colecionar e
entregar o “troco justo” a cada uma mulher, a cada uma vadia, a cada um objeto,
a cada um lixo.
Simony conheceu nosso recinto, um local onde todos nós
poderíamos nos olhar no espelho e sermos considerados gente, afinal um homem
normal vive por boceta, mas seríamos normais? Bocetas é o que não faltavam
naquele recinto, como amigos “doentes”: obesos, vesgos, desempregados,
amputados, paralíticos, tímidos, depressivos, suicidas, alcoólatras e todo tipo
de “gente estranha”; sempre era tratado como rei no local, talvez por ter
criado o Universo dos mais rejeitados, talvez por ser Deus, talvez por ser mais
astuto que a sociedade e o próprio Deus e nos segregar de forma prazerosa,
mesmo parecendo que nosso mundo era soturno e triste...acredite, estávamos
felizes, era vingança..talvez justiça..
Drakenárculo era um obeso um pouco corcunda, sofria desde o
jardim por seu nome, sofria desde o primário por seu peso, sofria desde o
ginásio por suas espinhas, o ódio foi sua faculdade, ele era responsável por
trazer ao subterrâneo todas as mulheres que considerávamos lixos: esnobes,
fúteis, vazias, inseguras...extremamente bonitas...não sofriam, era impossível
conhecer as profundezas da introspecção, morriam vazias, galgavam socialmente
usando de oportunismo, morreriam dessa forma, diante de nós virariam lixos, mas
teriam do bom e do melhor, afinal sempre queríamos foder alguém cheirosa.
Era incrível, mas o pessoal já tinha arrastado rumo ao
subterrâneo mais mulheres, chegavam aos montes, as putas religiosas, se
acreditavam serem “arrebatadas”, a sociedade acreditava, nós não, sabíamos que
quem sentava em pau de igreja no Domingo e depois sentava em outros paus
durante a semana estava sendo enrabada e jamais seria “arrebatada”...eu
sinceramente me divertia com todo “Fulana está desaparecida”, me orgulhava em
ser sádico.
Segui Drakenárculo atrás de três outras garotas que
horrorizadas viam seu futuro, os pais imaginavam que seriam doutoras,
advogadas, juízas e qualquer profissão que dariam a elas status de semi-deusas
no mundo terreno, ledo engano, colocávamos novamente no devido lugar, nuas,
humilhadas, indefesas, amordaçadas, igual pra igual, nascer, viver, morrer, se
foder...fodíamos tudo!
Pra minha surpresa, Maristela, uma antiga conhecida estava
amordaçada com um ferro na boca, aberta a qualquer experiência sem seu
consentimento, qualquer um poderia se encostar na grade e fodê-la, pela
primeira vez ela chamou por minha ajuda, pela primeira vez ela clamou pelo meu
nome, que se foda...não agora, mas depois volto para ajudá-la, talvez de uma
forma que não queira, talvez de uma forma q não me controle.
No próximo pavilhão vimos uma nova engenhoca trabalhando a
nosso favor, Drakenárculo era muito competente, além de guia turístico, criava
engenhocas doentias...sua última invenção era o “EsperMorte” ou o “Esperma da
morte”, funcionava como uma capacete que todas mulheres após terem seus cabelos
raspados usavam, era a “pena de morte final” ou o “arrebatamento definitivo”,
sempre havia homens fazendo uma enorme fila para ejacular nesse capacete, até
as mulheres afogarem-se em porra e algum guardião entre o céu e o inferno,
levarem os restos existenciais, o lixo de personalidade, a alma vazia daquelas
esnobes mulheres. Há poucos minutos outra mulher havia ido embora “out of
service” era o epitáfio padrão, será q sentiam prazer naquilo? Duvidava que com
um banho de porra uma mulher ficasse indiferente, os momentos finais,
provavelmente eram desespero, mas e as primeiras gotas?
Simony era o troféu da minha vida, iria inaugurar mais uma
de nossas engenhocas e restava-lhe poucas horas, amarrada foi deixada por um
elevador rústico até o fundo de um fosso, plastificado, imitava um “saco de
lixo de Itu”, muitos homens como zumbis ou robôs programados para o “mal” se
espremiam pelas margens do fosso, começou a sessão de tortura para Simony, seus
gritos eram sufocados por todo êxtase, incluindo o meu que também ajudava
naquela tempestade de porra mórbida, como em um “loading” de um jogo, Simony
foi tendo sua existência invalidada, a porra foi aos poucos tomando conta de
todo seu corpo, fazendo-a flutuar em meio a porra, até o momento que seus pés
conseguiam tocar o fundo do fosso, uma hora não havia mais apoio, acabou se
afogando em meio a porra, um grande guindaste logo lacrou o saco em que
continha inúmeras vidas de pais rejeitados socialmente junto com a morte de
Simony, não houve remorso, meu coração não cabia tais sentimentos, era preciso
dar seguimento a nossa corporação assassina, a minha forma de niilismo, a minha
doce e querida insanidade.
O dia tinha sido cansativo, o que era morte na superfície
para mim era a vida e eu tinha vivido intensamente aquele dia, precisava de um
minuto a só, precisava descansar, dormir, ter sonhos ou pesadelos, mas antes
precisava abrir a porta do quarto da minha esposa e deixar mais um presente
para ela, coisa que ela sempre gostou, quanto mais caro melhor, é a culpada da
minha falência financeira, mas a amo.. “pegue mais um presente” disse a ela e
completei: “Por q quando ganha presentes, não fica feliz como antes...acho que
precisamos mudar para o andar de cima novamente...sinto falta de um sorriso no
seu rosto..deve ser a mordaça...boa noite, amor..sonhe comigo...”
O conto a seguir, como 99% dos escritos no site, é obra de
ficção, o autor usou em primeira pessoa, mas não representa situação vivida
pelo mesmo e necessariamente nem todas as idéias aqui empregadas representam a
verdadeira opinião do escritor.

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