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sábado, 21 de abril de 2012

O perfil do traidor


Um guia completo para você não ser a última a saber.

Depois de entrevistar mulheres ultrajadas, amantes triunfantes, mulherengos crônicos e até detetives particulares, identificamos o comportamento típico do homem infiel.

Certeza, certeza mesmo, plena e cabal, de q o seu amor anda nos trilhos é difícil conseguir. Mas você pode aprender a identificar sinais suspeitos e tirar suas conclusões. Sim, todo homem q trai repete comportamentos-padrão, como garantem nossos entrevistados, mais de uma dezena deles. Tudo o q você tem a fazer é abrir os olhos e seguir estas pistas.

Ele se cuida = É pura lógica. Ele nunca ligou muito para o visual – ou ligava sem exagero algum. Agora não contém os acessos de vaidade. Fica horas se exercitando na academia, decidido a queimar gordura e ganhar mais músculos. Ou, quem sabe, da noite para o dia perdeu a ojeriza a shoppings e vira e mexe vai sozinho comprar uma roupa nova. Estranho, não? Sem dúvida.
A pedagoga Neiva, 39 anos, ficou 9 casada com Lucas. Nos últimos 2 anos do relacionamento, ele malhava mais q o normal e até emagreceu um pouco. Ao mesmo tempo, passou a comprar roupas novas sem pedir a ela nenhum tipo de ajuda, como costumava fazer antes. Neiva não deu bola para as mudanças. No fim do ano passado, os 2 decidiram se separar, já q as coisas entre eles não iam mesmo muito bem. Meses depois ela descobriu, por meio de amigos em comum, q Lucas manteve um romance extra-conjugal nos tempos de vaidade a mil. “Só então caiu a ficha: ele se cuidava para agradar a outra”, conforma-se a pedagoga.

Ele tem um álibi: o futebol = O rapaz nunca jogou tanto com os amigos – e as partidas demoram cada vez mais para terminar. Mau sinal. “O futebol é o álibi mais usado para encobrir o encontro com a outra”, diz a detetive particular Silvia Pereira, uma das três sócias da agência paulistana As Panteras. “Para fingir q suaram mesmo a camisa, alguns chegam a molhá-la e sujá-la.”
O executivo Marcos, 29 anos, marido da dona-de-casa Vera, 22, nem se deu a esse trabalho. “Um dia, quando ele saiu para o escritório, levou a bolsa com camisa, meião, toalha...”, diz Vera. Seu hábito era ir direto do trabalho para o campo e voltar ás 23 horas. Naquele noite houve atraso. Como Vera andava desconfiada, porque achara um bilhetinho suspeito, escrito por uma colega de trabalho do marido, começou a caçá-lo por telefone. Com um amigo dele, descobriu q o bandido nem dera as caras no campo. Só apareceu em casa á 1 hora da madrugada – e com o conteúdo da sacola de futebol intacto. Acuado, teve de confessar o pecado, cometido com a autora do tal bilhete. “Ele disse q foi só essa única vez, não sei se é verdade”, diz Vera, q continua casada.
Detalhe: o jogo-pretexto nem sempre é o futebol. A técnica em radiologia Cristina, de 33 anos, manteve um romance com um homem casado por “dois longos anos” – e agora mora com ele. Um dia, quando ainda fazia o papel de amante, recebeu um telefonema da mulher dele pedindo todos os detalhes da traição. Queria saber em q horário os 2 se encontravam, pois ele só saía para o trabalho e o vôlei. “Eu respondi: “Segunda, quarta e sexta á noite e sábado de dia, justamente no horário do vôlei”, diz Cristina.  

Fonte: Revista Nova

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