Priscila era casada com Gilberto há alguns anos, ela era uma
mulher independente e muito inteligente, fissurada por dinheiro fazia de tudo
para obtê-lo, de meios convencionais até os mais tabus, porém sempre mantendo a
honestidade perto de si, Gilberto era o avesso dela, preguiçoso e sem
iniciativa, passava dias cuidando da casa, morrendo aos poucos em frente da TV,
Priscila sabia de seu jeito desde quando o conheceu, mas por comodidade e por
gostar dele, pois havia algumas características nele q ela não encontrou em
nenhum homem, decidiu-se casar com ele, obviamente por ser a cabeça da casa,
ela possuía mais direitos e foi a responsável por criar uma lista com alguns de
seus direitos e muitos deveres a Gilberto, mesmo com sua preguiça, porém
basicamente seu dever era ser um marido compreensivo, q não importunasse nas
decisões diárias de sua vida.
Era Sábado e Priscila queria curtir uma praia, ela ditava o
q vestiria e Gilberto apenas concordaria, sendo assim era muito comum ela ir a
praia com trajes provocantes, ao se deitar na areia, ficava os homens olhando
para o belo corpo dela, Gilberto não podia fazer nada, mas no fundo era tão “pamonha”
q passou a não se importar.
Priscila gostava de
andar com roupas caras e sempre ter dinheiro suficiente para estar com um bom “estoque”
na conta bancária, para isso, além de uma executiva, ela era prostituta, porém
havia uma clientela fixa de 40 homens que a pagavam bem, como ela “não estava
roubando de ninguém”, ela não encarava aquilo como algo errado, os encontros
geralmente ocorriam em hotéis, motéis e até dentro de casa, não era raro o
marido abrir a porta para pegar uma cerveja no frigobar do quarto e se deparar
com uma cena da sua mulher estar cavalgando pra cima e pra baixo em cima de uma
rola de um cliente, para ele não era uma traição, era uma “profissão adicional
da esposa”
Gilberto não se
incomodava nem com as situações mais humilhantes, afinal ele não precisava
fazer nada naquela casa, seu único horizonte existencial era poder ligar sua TV,
abrir uma lata de cerveja e ver a vida passar por ele, ele tinha uma mulher
gostosa e especial em casa, mas parecia não enxergar isso, os “mimos” que a
mulher fazia para si e alguns para ele parece que já o satisfazia, há um bom
tempo ele não davam uma foda verdadeira, as poucas vezes que ele chamava a
mulher para chupar seu pau, sempre chegava um cliente de Priscila para cortar
seu barato e assim ele tinha que dividir a baba de sua esposa em outro cacete e
claro, como boa profissional, ela deixava o marido sempre em segundo plano para
atender com toda qualidade o seu cliente q era prioridade.
Nesses casos não era
raro Gilberto voltar para a sala depois de perder a ereção com a falta de
atenção q a mulher lhe proporcionava, então ia para sala que sempre tinha a
diarista que todos os dias ao menos uma “chupeta” fazia nele, lambia a cabeça
de uma rola como ninguém, ele até achava que a diarista q ele não sabia o nome
tinha mais “talento” que a esposa para a putaria, talvez tornar-se uma “porn
star” ou quem sabe uma prostituta de luxo, mas o horizonte da diarista era
curto como foi o prazo que deu para ela fazer a “chupeta” em Gilberto enquanto
a mulher fodia com um cliente no quarto, a diarista começou a chupar o pau de
Gilberto, mas logo um outro cliente que para chegar até o quarto de Priscila
tinha que cruzar pela sala em que estavam Gilberto e a diarista viu a cena da
diarista ajoelhada, mamando no cacete de Gilberto e logo deu um jeito de entrar
naquela festa, colocou a calcinha da diarista de lado, brincou um pouco com o
pau na entrada do cuzinho da diarista e logo depois penetrou em sua xoxota.
Como um “macho
predominante” (que porra é essa?) o segundo cliente de Priscila, que se chamava
Reinaldo, começou a dominar aquela situação, metendo a piroca com força na
diarista, chegando a atrapalhar um pouco a concentração dela ao chupar o pau de
Gilberto.
Como na primeira vez,
com sua mulher, Gilberto ficou em segundo plano e deixou a situação de lado,
passou a apenas observar a cena e se masturbar vendo Reinaldo metendo na
diarista...e uma breve brisa de pensamentos fazia com que Gilberto tentasse
descobrir o que acontecia no quarto com sua esposa.
Reinaldo como o “machão”
da situação, logo colocou a diarista em cima de uma mesa na própria sala e
começou uma penetração anal na diarista, ela tentava impedir, meia q querendo,
gemia, gritava, faltava sair lágrimas dos olhos, mas o “machão” do Reinaldo
estava reinando naquela bundona e certamente não sairia dela enquanto não
ejaculasse dentro daquele cu.
Gilberto de longe
observava a violenta foda e se masturbava, se não podia participar em paz, ao
menos gozar vendo aquela diarista que ele já tanto havia comido ele teria que
vivenciar.
Em poucos minutos
Reinaldo havia conseguido gozar, melando todo o cu da diarista de porra,
saciado, pediu para a diarista limpar seu pau com um lençol, limpou o cu da
diarista com a porra que escorria entre suas coxas e se mandou sem ao menos ir
ver Priscila, afinal o cu da diarista já havia servido para ele aliviar seu
estresse na empresa que trabalhava através daquela bunda da diarista que ele
tinha uma leve lembrança que se chamava Paula, no seu pensamento desceu o
elevador brincando com as palavras: “Que dupla...Reinaldo e Paula...Rei do Pau!”
se gabando pela foda que havia dado, mesmo após um dia estressante.
Gilberto escutou o
bater do portão ao Reinaldo sair na mesma proporção que Priscila havia gritado
quando chegou ao orgasmo com o cliente, muito nervoso Gilberto pediu para a
diarista se trocar e não ficar nua na sala, afinal “o que Priscila pensaria ao vê-la
daquela forma” ???
O cliente de Priscila
havia saído por uma porta dos fundos pra maior privacidade, Priscila viu o
marido sentado no sofá e ironicamente com uma camisinha fechada, na mão,
provocou o marido dizendo: “Tá vendo...é daqui que eu tiro o leite dessa
criança..”
Gilberto no fundo se
sentia a criança de Priscila, mas um outro lado dentro de si, o fazia acreditar
que era mais homem ou homem igual todos, igual a todos por ter ao seu lado uma
mulher gostosa, ter seu futebol e sua cerveja e o melhor, sem precisar sua para
isso..e talvez mais homem pelas situações ter dado a ele uma arma que ele
acreditava fazer dele mais homem, apesar de sempre “pamonhar” e nunca a usar,
ele tinha chifres...e quem tentasse desrespeitá-lo poderia sair furado, um
chifre cada vez mais afiado, uma faca natural recebida por seu casamento
liberal, é...talvez Gilberto fosse mais homem...





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