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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Trazendo o leite da criança (+18)

Primeiro conto divulgado do segundo livro de contos eróticos previsto para 2012 intitulado "Hell & Sel - O mel e o inferno entre suas coxas"

Priscila era casada com Gilberto há alguns anos, ela era uma mulher independente e muito inteligente, fissurada por dinheiro fazia de tudo para obtê-lo, de meios convencionais até os mais tabus, porém sempre mantendo a honestidade perto de si, Gilberto era o avesso dela, preguiçoso e sem iniciativa, passava dias cuidando da casa, morrendo aos poucos em frente da TV, Priscila sabia de seu jeito desde quando o conheceu, mas por comodidade e por gostar dele, pois havia algumas características nele q ela não encontrou em nenhum homem, decidiu-se casar com ele, obviamente por ser a cabeça da casa, ela possuía mais direitos e foi a responsável por criar uma lista com alguns de seus direitos e muitos deveres a Gilberto, mesmo com sua preguiça, porém basicamente seu dever era ser um marido compreensivo, q não importunasse nas decisões diárias de sua vida.
Era Sábado e Priscila queria curtir uma praia, ela ditava o q vestiria e Gilberto apenas concordaria, sendo assim era muito comum ela ir a praia com trajes provocantes, ao se deitar na areia, ficava os homens olhando para o belo corpo dela, Gilberto não podia fazer nada, mas no fundo era tão “pamonha” q passou a não se importar. 


Priscila gostava de andar com roupas caras e sempre ter dinheiro suficiente para estar com um bom “estoque” na conta bancária, para isso, além de uma executiva, ela era prostituta, porém havia uma clientela fixa de 40 homens que a pagavam bem, como ela “não estava roubando de ninguém”, ela não encarava aquilo como algo errado, os encontros geralmente ocorriam em hotéis, motéis e até dentro de casa, não era raro o marido abrir a porta para pegar uma cerveja no frigobar do quarto e se deparar com uma cena da sua mulher estar cavalgando pra cima e pra baixo em cima de uma rola de um cliente, para ele não era uma traição, era uma “profissão adicional da esposa”


Gilberto não se incomodava nem com as situações mais humilhantes, afinal ele não precisava fazer nada naquela casa, seu único horizonte existencial era poder ligar sua TV, abrir uma lata de cerveja e ver a vida passar por ele, ele tinha uma mulher gostosa e especial em casa, mas parecia não enxergar isso, os “mimos” que a mulher fazia para si e alguns para ele parece que já o satisfazia, há um bom tempo ele não davam uma foda verdadeira, as poucas vezes que ele chamava a mulher para chupar seu pau, sempre chegava um cliente de Priscila para cortar seu barato e assim ele tinha que dividir a baba de sua esposa em outro cacete e claro, como boa profissional, ela deixava o marido sempre em segundo plano para atender com toda qualidade o seu cliente q era prioridade.


Nesses casos não era raro Gilberto voltar para a sala depois de perder a ereção com a falta de atenção q a mulher lhe proporcionava, então ia para sala que sempre tinha a diarista que todos os dias ao menos uma “chupeta” fazia nele, lambia a cabeça de uma rola como ninguém, ele até achava que a diarista q ele não sabia o nome tinha mais “talento” que a esposa para a putaria, talvez tornar-se uma “porn star” ou quem sabe uma prostituta de luxo, mas o horizonte da diarista era curto como foi o prazo que deu para ela fazer a “chupeta” em Gilberto enquanto a mulher fodia com um cliente no quarto, a diarista começou a chupar o pau de Gilberto, mas logo um outro cliente que para chegar até o quarto de Priscila tinha que cruzar pela sala em que estavam Gilberto e a diarista viu a cena da diarista ajoelhada, mamando no cacete de Gilberto e logo deu um jeito de entrar naquela festa, colocou a calcinha da diarista de lado, brincou um pouco com o pau na entrada do cuzinho da diarista e logo depois penetrou em sua xoxota.


Como um “macho predominante” (que porra é essa?) o segundo cliente de Priscila, que se chamava Reinaldo, começou a dominar aquela situação, metendo a piroca com força na diarista, chegando a atrapalhar um pouco a concentração dela ao chupar o pau de Gilberto.
Como na primeira vez, com sua mulher, Gilberto ficou em segundo plano e deixou a situação de lado, passou a apenas observar a cena e se masturbar vendo Reinaldo metendo na diarista...e uma breve brisa de pensamentos fazia com que Gilberto tentasse descobrir o que acontecia no quarto com sua esposa.
Reinaldo como o “machão” da situação, logo colocou a diarista em cima de uma mesa na própria sala e começou uma penetração anal na diarista, ela tentava impedir, meia q querendo, gemia, gritava, faltava sair lágrimas dos olhos, mas o “machão” do Reinaldo estava reinando naquela bundona e certamente não sairia dela enquanto não ejaculasse dentro daquele cu. 


Gilberto de longe observava a violenta foda e se masturbava, se não podia participar em paz, ao menos gozar vendo aquela diarista que ele já tanto havia comido ele teria que vivenciar.
Em poucos minutos Reinaldo havia conseguido gozar, melando todo o cu da diarista de porra, saciado, pediu para a diarista limpar seu pau com um lençol, limpou o cu da diarista com a porra que escorria entre suas coxas e se mandou sem ao menos ir ver Priscila, afinal o cu da diarista já havia servido para ele aliviar seu estresse na empresa que trabalhava através daquela bunda da diarista que ele tinha uma leve lembrança que se chamava Paula, no seu pensamento desceu o elevador brincando com as palavras: “Que dupla...Reinaldo e Paula...Rei do Pau!” se gabando pela foda que havia dado, mesmo após um dia estressante.

Gilberto escutou o bater do portão ao Reinaldo sair na mesma proporção que Priscila havia gritado quando chegou ao orgasmo com o cliente, muito nervoso Gilberto pediu para a diarista se trocar e não ficar nua na sala, afinal “o que Priscila pensaria ao vê-la daquela forma” ???

O cliente de Priscila havia saído por uma porta dos fundos pra maior privacidade, Priscila viu o marido sentado no sofá e ironicamente com uma camisinha fechada, na mão, provocou o marido dizendo: “Tá vendo...é daqui que eu tiro o leite dessa criança..”


Gilberto no fundo se sentia a criança de Priscila, mas um outro lado dentro de si, o fazia acreditar que era mais homem ou homem igual todos, igual a todos por ter ao seu lado uma mulher gostosa, ter seu futebol e sua cerveja e o melhor, sem precisar sua para isso..e talvez mais homem pelas situações ter dado a ele uma arma que ele acreditava fazer dele mais homem, apesar de sempre “pamonhar” e nunca a usar, ele tinha chifres...e quem tentasse desrespeitá-lo poderia sair furado, um chifre cada vez mais afiado, uma faca natural recebida por seu casamento liberal, é...talvez Gilberto fosse mais homem...

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